Chegou o Primeiro Comunicado Mensal do Governador de 2020-2021
Está disponível o primeiro Comunicado Mensal do Governador do ano rotário 2020-2021. CLIQUE AQUI PARA LER
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Agosto, o mês do Quadro Associativo
Meados de 1950, o Conselho Administrativo de Rotary International designa um determinado tema para cada mês do ano, com o propósito de criar um calendário rotário que permite dar destaque e comemorar os programas e as atividades de nossa organização. Para enfatizar o mês rotário convidamos alguns rotarianos do nosso Distrito para colocarem suas considerações sobre o tema do mês em forma de “pílulas de informação. Glaucio Miura "O mês de agosto é reservado pelo Rotary International para dedicar maior energia ao tema Expansão e Desenvolvimento do Quadro Associativo, lembrando que devemos agir assim todos os dias. ” “Com o objetivo de fortalecer o clube, todo rotariano deve procurar trazer novos associados e manter os associados já ativos motivados em Rotary, esta é uma ação que cada grupo de rotarianos deve aplicar em seus clubes, para firmar o valor da Instituição e assim engajá-los em nossos projetos." Gustavo Fáe Vallejo Refletir e observar atentamente nosso entorno talvez seja uma das grandes possibilidades de permitir a expansão do quadro associativo do Rotary. Se bem observada a vocação e desejo de servir do novo companheiro, seu ingresso irá impulsionar nossos projetos. Renovação é vida. Pedro Baptista Nenhuma Organização como Rotary, que presta serviços voluntários, sobrevive sem aplicar a retenção, admissão de associados e expansão com a criação de novos Clubes. O Clube é a pedra angular do Rotary. Com o objetivo de fortalecer o clube, todo rotariano deve procurar trazer novos associados e esses podem também trazer seus amigos ou colegas às reuniões para dividir com eles a honra de ser rotariano. Manter os associados motivados com Rotary é uma sabedoria que cada grupo de rotarianos deve aplicar em seus clubes. Vamos convidar para que participem de nossas reuniões, os nossos amigos, parceiros e pessoas do nosso relacionamento profissional, e assim podermos dividir o que de bom recebemos em Rotary. Os rotarianos trabalham em equipe e compartilhamos a maravilhosa missão de servir. Contemos a nossa História de como ser Voluntario em Rotary e a maior recompensa que temos ao Dar de Si sem Pensar em Si. O Rotary e Recompensador e Abre Oportunidades. Felipe Domingues A Comissão de Desenvolvimento do Quadro Associativo (DQA) é responsável pelo plano de aumento do número de sócios de um Clube. Essa comissão deve trabalhar na apresentação de possíveis sócios, na retenção dos atuais, e na orientação dos rotarianos. Por que mais sócios no Clube?- Torna o Clube mais forte e capaz de realizar suas ações com mais eficiência;- Novos associados trazem novas ideias;- Aumenta o networking entre os rotarianos;- Formar novos líderes;- Assegura o futuro do Rotary. Ronaldo Ogasawara “O início de tudo são as pessoas, nosso maior patrimônio. Um clube que gera realizações e laços fortes de amizade cresce organicamente.”
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Rotary promove agroflorestas sustentáveis em Alagoas
Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary. O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais. “Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria. O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente. Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto. Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária. O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores. No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto. Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.
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